"As rampas não bastam"
Ter uma rampa a entrada de um edifício é um passo importante - mas não é suficiente. Muitas vezes, por trás de uma estrutura acessível , a uma atitude inacessível: falta de empatia, infantilização da pessoa com deficiência, ou a ideia de que ela está ali por "caridade".
Pessoas com deficiência motora têm direito a circular, estudar, trabalhar, e viver com autonomia. Não precisam de piedade - precisam de igualdade de oportunidades.
A verdadeira acessibilidade começa quando olhamos para as pessoas com deficiência como cidadãos completos, com voz, talento e valor.
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