"Sentar-se não é desistir- é resistir"
Quem se desloca em cadeira de rodas não é frágil nem dependente por definição. Muitas vezes, é mais resiliente do que se imagina. Enfrenta escadas onde deveria haver elevadores, portas estreitas, transportes mal adaptados e olhares cheios de julgamento.
Mas continua. Trabalha, estuda, sonha e constrói. Resiste a uma sociedade que ainda insiste em ignorar a sua presença.
Mais do que adaptação, precisamos de respeito e dignidade. E isso começa com algo muito simples: ouvir o que têm a dizer.
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